O brilho do céu criado pela incandescência das estrelas iluminava o escuro sombrio e tornava a noite ainda mais quente.
E quanto mais a noite avançava, mais as estrelas cintilavam e mais aqueciam a noite já quente. Não era problema, esse fervor, tempestuosamente envolvia-os num calor em que nada mais fazia falta senão o cobertor da pele, sem cobertor... Só pele, mas eles ainda não sabiam. Uma garrafa já tinha desaparecido e outra estava por desaparecer, pairava no ar o cheiro a doce, e quando falavam sentiam, um no outro, o bafo da razão que denuncia os risos sem jeito. Surgiram os toques, surgiram os movimentos numa cama de rede em que os deixava aconchegados, aconchegados de mais para uma noite quente com bafo de Amarula. O suor, com os toques de brincadeiras e os movimentos de quem finge não provocar, fizeram a noite subir de nível. O desejo sem controlo começou. As brincadeiras tornaram-se mais próximas, o bafo cada vez se sentia mais e mais. Pararam. Frente a frente. Olhos nos olhos. Até que aconteceu o lábios com lábios. O toque, o raspar, o doce sabor. Aquela sensação que começa no toque de lábios e vai descendo... descendo. Afastaram-se, não o suficiente. Molharam os lábios e depois? Depois trocaram salivas, entrelaçaram línguas. Um beijo que durou, um beijo que embebedaria só de provar. O beijo que levou a outros mais beijos, que levou a mãos a deslizarem… Ora suavemente, ora com o desejo de quem não ia aguentar nem mais um segundo naquele jogo de provocação, naquele jogo de sedução. As roupas caíram na relva, quente como ar. Os corpos tocaram-se, nus. Arrepio, não de frio, de excitação. Quente de mais para o calor que estava naquela cama de rede! Quente de mais para o calor que o clímax traz. Quente de mais para a intensidade dos movimentos que se seguiam. E o barulho dos cães a ladrar, de fundo, abafava os gemidos, abafava o bafo a prazer. Prazer. Toma para ele, toma para ela. Quente. Bafo. Suor, muito suor. Cães e gemidos, dela e dele. Roupa com e roupa sem. Na cama de rede e depois na relva. Juntaram os copos. Brindaram e sorriram. Os dois. Os dois depois do prazer, numa noite que ao inicio se parecia algo sombria e escura. Mas quente, muito quente.
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
This is about inspiration, about a pencil and about a charming paper.
Vamos tentar outra vez. Vamos brincar outra vez a este lindo e maravilhoso jogo de construção de letras em que uma lapiseira e um coração palpitante são as minhas armas secretas.
Deixa-me seduzir-te com os meus pensamentos, dar-te um cheirinho do que quero fazer contigo, de tudo o que quero fazer contigo. Uma arte de aproximação.
Toco-te ao de leve, deixei-te saborear a leveza do carvão. Sabes de cor a cor dos meus olhos e o formato da minha cara, consegues ler em mim o que sinto mas agora, deixei-te sentir-te.
Este jogo da apanhada, este jogo das escondidas. Este jogo da falta de jogo para jogar com as palavras que o meu coração devora numa tentativa incessante de se compreender a ele próprio. Come as minhas palavras e rouba-me a sedução da escrita – desculpa a minha falta de prática.
Observo-te e intimidas-me, tenho receio que leves para longe as minhas palavras, pensamentos e sentimentos. Mas não te vou mostrar medos. Sou uma sedutora e o meu objectivo principal é que tu sejas eu, o reflictas o meu eu. O meu eu que, docemente, sem carregar nem fazer força, sem partir minas e sem te apagar, calmamente, vou preenchendo em ti.
E volto ao jogo, volto a campo e tu deixaste levar, sem dares conta.
Volto ao jogo, pé – ante – pé, a preencher-te das minhas baboseiras, tal como acabei de fazer agora… E tu nem notaste, é um jogo do deixar levar que se aprende de olhos fechados.
Vamos brincar? Vamos brincar ao “Deixar levar”?
Vamos tentar outra vez. Vamos brincar outra vez a este lindo e maravilhoso jogo de construção de letras em que uma lapiseira e um coração palpitante são as minhas armas secretas.
Deixa-me seduzir-te com os meus pensamentos, dar-te um cheirinho do que quero fazer contigo, de tudo o que quero fazer contigo. Uma arte de aproximação.
Toco-te ao de leve, deixei-te saborear a leveza do carvão. Sabes de cor a cor dos meus olhos e o formato da minha cara, consegues ler em mim o que sinto mas agora, deixei-te sentir-te.
Este jogo da apanhada, este jogo das escondidas. Este jogo da falta de jogo para jogar com as palavras que o meu coração devora numa tentativa incessante de se compreender a ele próprio. Come as minhas palavras e rouba-me a sedução da escrita – desculpa a minha falta de prática.
Observo-te e intimidas-me, tenho receio que leves para longe as minhas palavras, pensamentos e sentimentos. Mas não te vou mostrar medos. Sou uma sedutora e o meu objectivo principal é que tu sejas eu, o reflictas o meu eu. O meu eu que, docemente, sem carregar nem fazer força, sem partir minas e sem te apagar, calmamente, vou preenchendo em ti.
E volto ao jogo, volto a campo e tu deixaste levar, sem dares conta.
Volto ao jogo, pé – ante – pé, a preencher-te das minhas baboseiras, tal como acabei de fazer agora… E tu nem notaste, é um jogo do deixar levar que se aprende de olhos fechados.
Vamos brincar? Vamos brincar ao “Deixar levar”?
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(L),
Esta é mesmo minha,
fucking guy,
me love that fucking guy,
puro,
sem forçar,
t.u.,
Uh Uh,
Um Doce de Amor
sexta-feira, 24 de julho de 2009
repara repara repara

O meu pensamento gira à tua volta.
Por muito que eu o tente fazer parar ele gira
e gira e gira.
Por muito que eu o tente fazer parar ele gira
e gira e gira.
Sinto-me tonta.
Fico sempre à espera que a tua mão chegue.
Fico sempre à espera que o teu abraço apareça de repente.
E fico à espera que me envolva, quase como nevoeiro.
Fico sempre à espera que repares em mim.
Que repares em mim e que notes que eu já estou cansada de andar às voltas.
Que repares em mim e que, por meros segundos, fiques com medo de ficar sem mim.
segunda-feira, 20 de julho de 2009

Entregas-me a voz da tua alma? Escreveria com metáforas de nós e onomatopeias de amor tudo aquilo que a tua alma me sussurrasse. Faria um livro enorme com todas as coisas que teimas em não deixar a tua alma gritar-me. Entrega-me a voz das tuas palavras e a melodia do teu sorriso. Eu construiria tudo aquilo que me deixasses construir. Com palavras. Castelos de letras. Um pequeno mundo da tua alma junta com a minha.
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(L),
fucking guy,
vou falar agora que depois posso ficar rouca
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