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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

era uma vez (...)

Agora sim, sinto-me muito melhor.


Nunca te apeteceu gritar?
SIM! Gritar!!
Gritar só por gritar.
Gritar que estás feliz, que a simplicidade te atingiu o coração e que não te importas com aquilo que o mundo pode pensar de ti!
Hoje sinto-me assim... Quer dizer, AGORA sinto-me assim!
Apetece-me largar bombas, e tenho coragem para dizer e fazer aquilo que nunca pensei ser capaz!
AGORA, tenho o coração a palpitar a mil à hora, e tenho tanta adrenalina guardada em mim que parece que vou explodir.
Hoje digo tudo.
Digo tudo aquilo que sentir.

Hoje é assim. Agora é assim.

E AGORA, apetece-me falar de ti.
Tu preenches a minha vida. Eu brilho porque te tenho a meu lado.
Apetece-me dizer-te o quanto me fazes feliz.
Tu tornas-me especial. Eu sou quem sou porque tu me acompanhas.
AMO-TEEE!!
Hoje, devo-te a minha personalidade. Devo-te a minha força. Devo-te a minha Alma. Devo-te o meu amor.
O que mais gosto em ti?
Juro que é aquela tua gargalhada semi-inocente que mandas quando estás despreocupada. É isso e o teu sorriso quando me vês.
ADORO ADORO ADORO.
E ligava-te outra vez só para te dizer de novo que me sinto bem por seres a MINHA MELHOR AMIGA.
Estou feliz AGORA. E quando pensei em ti, fiquei ainda mais feliz. Acho que foi isso que me fez ligar-te @
´Não te vou deixar desaparecer NUNCA.
E vou fazer de ti aquilo que tu fazes de mim:
A AMIGA MAIS SORTUDA DO MUNDO.

RITA :$, amo-te

É isso.
Hoje não sei escrever, sei mandar frases ao ar.
Estou histérica e não sei por aquilo que estou a sentir em palavrinhas bonitas e frases perfeitas.
Lamento.










































TOMA LÁ !!!!!!!!!!! :D

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Filipa e António

Eu sei que, para diferentes pessoas, existem diferentes pontos de vista. É algo extremamente normal. O que eu não entendo – e acho que deveria existir uma espécie de manual – é como é que uma pessoa se vai adaptando aos diversos tipos de pontos de vista, numa relação.
Não sei se é por eu ter estado com uma pessoa durante quase dois anos e ter-me habituado à sua maneira de pensar, à nossa maneira de reagir, de lidar com os problemas que, agora, olhando para outras relações, certas coisinhas parecem-me simples grãos de areia, sem importância sequer.
Pois é. A verdade é que, ontem à noite, fiquei bastante chocada por saber que namorados se importam que as namoradas lhes leiam as mensagens. Fiquei porque, durante dois anos eu não tive segredos com o meu namorado. Qual será o problema?


Está a Filipa e o António no café “Ali da esquina”, chegam os dois, de mão dada e olhares cheios de cumplicidade que gritam palavras doces de amor, sentam-se lado a lado numa mesa com quatro cadeiras e continuam de mão dada.
A certa altura, o António tira as coisas dos bolsos das calças pois começam a magoá-lo, e pousa a carteira, as chaves de casa, o maço de tabaco, o isqueiro e o telemóvel em cima da mesa.
A Filipa olha para o telemóvel e, quase instintivamente, pega nele.
Mal a Filipa toca no telemóvel, o António pega na faca que tem na meia, e dá-lhe uma facada na mão.
A Filipa olha para ele com olhos de dor e ele calmamente diz:
- Da próxima vez, não mexes no meu telemóvel sem me pedir autorização.


Eu sei, parece uma história ridícula e sem sentido.
Mas não é, eu tenho uma opinião formada sobre relações e acho que, se um casal está junto, está junto para o que der e vier. As coisas, a pouco e pouco, já não são nem minhas nem tuas, nem dele nem dela, começam a ser nossas. Os segredos deixam de existir, assim como a falta de confiança.
Começa-se a criar uma pessoa só. Não, naquele caso, uma Filipa e um António.
A partilha é importante. A partilha das coisas mais simples e banais. É por ai que se começa.
Mas isso… É apenas a minha opinião.

Make Inspiration, Not War

Não entendo… Ultimamente as palavras fogem da minha cabeça para um espaço que, cada vez mais eu tenho a certeza que não existe.
Não percebo esta falta de inspiração… Quando tudo devia sair espectacularmente bonitinho e cheio de sentimento… Não sai nada. Absolutamente nada.
É irritante.
Eu sinto as palavras a passarem pelos meus dedos, a escorregarem pelas minhas mãos e, sempre que sinto esse não agarrar sinto outras quantas coisas feias.
Parece que perdi a capacidade de conjugar as palavras com o coração. Será que se chatearam?
Será que entraram numa guerrinha, numa guerrinha de sentimentos em que o meu coração produz e a cabeça desvia… ou o contrário.
Impossível.
Essas coisas não existem.
Guerras entre cabeças e corações?
Não, a cabeça não tem capacidade de desviar os sentimentos que o coração lhe envia. E se tiver? E se realmente a cabeça tiver essa habilidade? Vou só passar a sentir aquilo que a minha cabeça achar melhor? E o Amor? E a inspiração que eu tanto anseio?
A cabeça não me pode fazer isso.
Jogos psicológicos dentro de mim?
Eu não pedi nada disso.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

(in)tolerância

Eu não sou uma rapariga tolerante.
Não sei pedir desculpa quando acho que tenho razão… Mas também me custa pedir desculpa quando sei que erro… Simplesmente porque me custa admitir que errei. Mas isso sou eu e mais muita boa gente que habita este Mundo.
Mas ao menos sei admitir que tenho esse defeito.
Não sou tolerante com os outros ou, se sou, poderia ser mais.
Mas também, será que a tolerância realmente existe? Ou será que é a intolerância que reina?
Eu acho que é a intolerância.
Ficamos ofendidos e muito magoados um dia inteiro com um simples deslize.
Não há tolerância com os erros.
Eu cá não sou rapariga de suplicar por desculpas… Chamem-me de orgulhosa, mimada, o que quiserem… Mas se as desculpas foram pedidas uma vez, qual é a necessidade de ser pedida outra?
Será que quem não as dá é orgulhoso, ou quem as pede é egocêntrico?
Pois é!
Absurdo ou apenas lógico?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cardinal [

Não te posso dizer aquilo que supostamente devias ou não fazer. Pura e simplesmente não posso.
Não é que não me apeteça gritar-te ao ouvido até abrires os olhos e, realmente, veres-me… Mas não o vou fazer.
Vou engolir cada sensação, cada sentimento, cada “talvez amanhã seja um dia melhor” e vou esperar. Esperar que resulte, esperar que surja, esperar que aconteça alguma coisa.
Preciso mesmo daquele tempo de sossego entre mim e outra coisa qualquer que haja dentro de mim.
respira.respira.respira.
Não é absurdo o que sinto, nem sequer é qualquer coisa sem sentido.
Não. Tem lógica, tem sentimento, tem preocupação ou desilusão.
Não quero brincar ao quarto escuro.
Do que eu preciso agora é de luz… Não de escuridão.



PS- é bastante frustrante escrever sabendo que não vais ler… Ou se chegares a ler, que não vais entender.

domingo, 13 de julho de 2008

I

A Inspiração?
Essa, tão pura, ataca-me suavemente tapando todos os meus poros.
De onde vem?
Não sei!
A Inspiração transpira-se. Se não a aproveitarmos evapora-se.
Ela, a mim, toca-me 3 vezes ao de leve no coração (para eu saber que é ela que aí vem), eu abro a porta e deixo-A entrar.
Já sei que é Ela mesmo antes de me tocar no coração.
Antes, enche-me o pensamento de frases soltas e rafeiras.
Procura-me.
Aproxima-se de mim.
E eu completo-A.