Amar é eu sentir que tenho que te dar um abraço quando os teus olhos estão meio fechados do cansaço, da tristeza. Amar é tu dizeres que não queres, que não te apetece e eu saber exactamente do que precisas. E lutar contra ti e contra a tua tristeza. Amar é dar-te o abraço e, depois, não te abandonar quando choras. Amar é o meu coração ficar triste por o teu ficar triste, é empatia, é compreensão. É o TER que fazer qualquer coisa para sentir o teu sorriso, não vê-lo, esses podem ser tão desinteressantes de conteúdo… Mas senti-lo. Um sorriso teu, com os olhos, com a melodia e com o bater de coração que lhe corresponde. Um sorriso.
Amar Rita, Amar é sentir o que tu sentes. Esse aperto no coração, que sufoca, que pesa. Isso é amar. É um amar intemporal, que não se mede e que não se vê. É amor o que tu sentes neste momento. Um amor injusto, mas se não amasses, seria-te indiferente toda a escuridão que se montou à tua volta, todo o nevoeiro que se levantou e irias sentir-te ainda mais vazia porque Amar é gostar, é cuidar, é proteger. E por isso, nalguma altura, amar será doer, sofrer, mendigar.
Mas acredito que sabes que não vais ficar assim, com o coração tão apertado para sempre. Acredito que sabes que essa dor vai desaparecer. Há-de chegar uma altura em que o teu coração vai sentir-se solto, e aí vais respirar fundo e, em vez de amares com dor, amas com doçura e com saudade.
Quero que chores, mas quero que chores quando sentires que precisas, quando sentires que já não aguentas mais, que é impossível. E escreve meu amor. Deita cá para fora, misturado com as lágrimas, a beleza do teu coração. Encontra a força. Encontra a corda que te traga para cima. Porque tu és capaz. E amar é acreditar. Tanto eu em ti. Como tu em ti.
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domingo, 20 de junho de 2010
domingo, 8 de março de 2009
des-titulado
Estas vozes a ecoarem nas paredes, a serem absorvidas pela minha pele, a entrarem no meu coração. Estou farta destas malditas vozes.
É aqui, é aqui que a insegurança ganha asas. Voa, voa.
É sobre mim. É (quase) sempre sobre mim.
Sobre mim, por mim, para mim, comigo.
A imperfeição, em mim, não tem limites. Talvez por eu ser um ser humano. TALVEZ, seja normal eu ter tantas imperfeições.
Mas, com tantas vozes, fazem parecer com que a imperfeição seja terrível, monstrenga, uma coisa Anormal.
Eu.
Canso-me disto.
Os meus olhos cansam-se disto.
As minhas lágrimas fartam-se disto.
A sério.
É aqui, é aqui que a insegurança ganha asas. Voa, voa.
É sobre mim. É (quase) sempre sobre mim.
Sobre mim, por mim, para mim, comigo.
A imperfeição, em mim, não tem limites. Talvez por eu ser um ser humano. TALVEZ, seja normal eu ter tantas imperfeições.
Mas, com tantas vozes, fazem parecer com que a imperfeição seja terrível, monstrenga, uma coisa Anormal.
Eu.
Canso-me disto.
Os meus olhos cansam-se disto.
As minhas lágrimas fartam-se disto.
A sério.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
encontra-me em pequenos buraqiunhos
O Mateus tinha razão.
Ele disse-me uma vez que eu tinha muita pressa, que fazia muitos planos. É verdade. Eu faço carradas e carradas de planos e nenhum se concretiza.
Passei 84 dias entre cafés à espera que os meus planos se concretizassem sozinhos -,-.
E esses malditos planos não se referem apenas a Ir para o ginásio, Fazer o F ... Não. Eu tenho muita pressa, quero fazer tudo e acabo por não fazer nada.
Tive pressa e o Mateus disse-me: Com calma. Eu fui com calma e o Mateus depois não me disse nada -,-. Secalhar era mesmo isso!!
Agora? Agora assumo: Mateus, tu tinhas razão xD (Como é que a Carolina te aguenta, GOSH!!)
Exactamente. Calma.
Não estou à espera de nada, e acho que só porcausa disso sou muito menos infeliz.
Não espero nada, não me comprometo com nada.
Assumo o controlo de uma vez por todas. E sabe tão tão bem!!
(YES - chamo-me Sílvia.)
Ele disse-me uma vez que eu tinha muita pressa, que fazia muitos planos. É verdade. Eu faço carradas e carradas de planos e nenhum se concretiza.
Passei 84 dias entre cafés à espera que os meus planos se concretizassem sozinhos -,-.
E esses malditos planos não se referem apenas a Ir para o ginásio, Fazer o F ... Não. Eu tenho muita pressa, quero fazer tudo e acabo por não fazer nada.
Tive pressa e o Mateus disse-me: Com calma. Eu fui com calma e o Mateus depois não me disse nada -,-. Secalhar era mesmo isso!!
Agora? Agora assumo: Mateus, tu tinhas razão xD (Como é que a Carolina te aguenta, GOSH!!)
Exactamente. Calma.
Não estou à espera de nada, e acho que só porcausa disso sou muito menos infeliz.
Não espero nada, não me comprometo com nada.
Assumo o controlo de uma vez por todas. E sabe tão tão bem!!
(YES - chamo-me Sílvia.)
terça-feira, 9 de setembro de 2008
2
Estou cansada.
800 Km é muito. Dá para pensar muito. Dá para ter muitos “dramas solitários”.
Não sou infeliz, mas também não sou feliz. Sou o meio - talvez seja mais infeliz porque nunca estou contente com aquilo que tenho. DEFEITO – sou aquilo que muitos infelizes a sério gostariam de ser.
Mas 800 Km é muito e depois com certas músicas à mistura torna tudo MIL vezes pior.
É verdade. Chorei muito hoje.
Chorei por dentro e por fora.
Gosto mais de chorar por fora… As lágrimas correm sozinhas, sem ser preciso fazer rigorosamente nada, eu não me esforço e ninguém se preocupa porque ninguém nota. As lágrimas de dentro são mais dolorosas, inundam-me o coração e quase que me afogam a alma. Tenho de fazer um grande esforço para o coração não explodir.
Ando estranha, ando estranha cá dentro. Sinto-me vazia, – hipoteticamente vazia - sem sentido e sem lógica.
(Um aparte para Ti: Falo de vazios e é logo em ti que tenho de pensar. Tornas o meu Mundo tão cheio, tão alegre. Em ti encontrei a minha escapatória, em ti encontrei o abrigo seguro de que tanta gente fala. Tu tocaste o meu coração, cativaste-o. Tu ajudaste-o sempre, nos caminhos fáceis e nos difíceis. Estiveste sempre aqui, mesmo ao meu lado, mesmo que em continentes separadas. És sim! És a mais importante neste momento. Contigo aprendi a falar do Amor de uma nova maneira. Amor de Amizade. É graças a ti que eu tenho a força que tenho no meu coração. É graças a ti que o vazio não se prolonga – fica hipotético. Contigo, as lágrimas transformam-se em sorrisos. Dás brilho à minha vida. Dás brilho à minha presença só por te ter a meu lado. Sente só: Amo-te.)
Dramas solitários. Eu não descreveria dessa maneira.
Drama é uma palavra muito forte, muito falsa, e tudo aquilo que eu sinto é verdadeiro, é real. Não sinto porque quero – porque se eu quisesse já tinha deixado de sentir isto há muito tempo – sinto porque isto deve ter algum sentido.
Solitários também não. Tenho umas quantas pessoas a meu lado. Essas quantas que me fazem rir, que me fazem retirar-me da concha. Podem não saber que cada sorriso traz uma lágrima, mas aceitam com orgulho todos os sorrisos que lhes dou.
Realidade, fodida minha gente.
Mais uma noite. Mais uma noite em que me farto desta cama. Desta cama que parece não ter fim.
Mais uma noite em que as sombras são minhas companhias e o barulho do silêncio meu inimigo – enlouquece-me.
A minha mente grita-me palavras que não quero ouvir.
Tu não compreendes, tu também não, tu muito menos e tu, também não.
Eu compreendo?
Não. Odeio.
800 Km é muito. Dá para pensar muito. Dá para ter muitos “dramas solitários”.
Não sou infeliz, mas também não sou feliz. Sou o meio - talvez seja mais infeliz porque nunca estou contente com aquilo que tenho. DEFEITO – sou aquilo que muitos infelizes a sério gostariam de ser.
Mas 800 Km é muito e depois com certas músicas à mistura torna tudo MIL vezes pior.
É verdade. Chorei muito hoje.
Chorei por dentro e por fora.
Gosto mais de chorar por fora… As lágrimas correm sozinhas, sem ser preciso fazer rigorosamente nada, eu não me esforço e ninguém se preocupa porque ninguém nota. As lágrimas de dentro são mais dolorosas, inundam-me o coração e quase que me afogam a alma. Tenho de fazer um grande esforço para o coração não explodir.
Ando estranha, ando estranha cá dentro. Sinto-me vazia, – hipoteticamente vazia - sem sentido e sem lógica.
(Um aparte para Ti: Falo de vazios e é logo em ti que tenho de pensar. Tornas o meu Mundo tão cheio, tão alegre. Em ti encontrei a minha escapatória, em ti encontrei o abrigo seguro de que tanta gente fala. Tu tocaste o meu coração, cativaste-o. Tu ajudaste-o sempre, nos caminhos fáceis e nos difíceis. Estiveste sempre aqui, mesmo ao meu lado, mesmo que em continentes separadas. És sim! És a mais importante neste momento. Contigo aprendi a falar do Amor de uma nova maneira. Amor de Amizade. É graças a ti que eu tenho a força que tenho no meu coração. É graças a ti que o vazio não se prolonga – fica hipotético. Contigo, as lágrimas transformam-se em sorrisos. Dás brilho à minha vida. Dás brilho à minha presença só por te ter a meu lado. Sente só: Amo-te.)
Dramas solitários. Eu não descreveria dessa maneira.
Drama é uma palavra muito forte, muito falsa, e tudo aquilo que eu sinto é verdadeiro, é real. Não sinto porque quero – porque se eu quisesse já tinha deixado de sentir isto há muito tempo – sinto porque isto deve ter algum sentido.
Solitários também não. Tenho umas quantas pessoas a meu lado. Essas quantas que me fazem rir, que me fazem retirar-me da concha. Podem não saber que cada sorriso traz uma lágrima, mas aceitam com orgulho todos os sorrisos que lhes dou.
Realidade, fodida minha gente.
Mais uma noite. Mais uma noite em que me farto desta cama. Desta cama que parece não ter fim.
Mais uma noite em que as sombras são minhas companhias e o barulho do silêncio meu inimigo – enlouquece-me.
A minha mente grita-me palavras que não quero ouvir.
Tu não compreendes, tu também não, tu muito menos e tu, também não.
Eu compreendo?
Não. Odeio.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Um aparte para Ti
,Esta na hora de falar verdade. Está na hora de dizer tudo o que sinto, sem perguntas, sem porquês, sem comentários.
Eu não me chamo Sofia – e agora nem sei se me chamo Sí,lvia.
Não sei quem sou nem a quantas ando. Não sei quem fui, não sei o que quero ser e também não sei para onde vou nem de onde vim.
Mais explicito que isto? Impossível.
Neste momento, odeio quem sou. Odeio a vida que tenho e peço desculpa aos meninos que lerem isto e tiverem uma vida muito mais complicada que a minha - achar-me-ão uma mimada que para aqui anda – mas eu também não estou muito preocupada...
Mas é assim.
Sinto mil portas fecharem-se na minha cara e sinto o poder a fugir-me pelos dedos.
Sinto-me fraca e não me consigo mexer e sinto-me furiosa e a única coisa que me apetece é correr, fugir, gritar.
Absurdo.
Não sou uma desgraçada sem vida. Não.
Sou apenas alguém que não sei bem quem.
(Um aparte para Ti: Tiraste-me a personalidade, deste-me uma nova. Mudaste a o meu coração, o meu corpo. Moldaste-me a teu favor. E eu fui aquilo que quiseste. Dou-te parte das culpas por agora não sabe quem sou. Quando, de repente, as coisas deixaram de funcionar… Levaste contigo grande parte de mim, grande parte do meu sorriso, quase TODO o meu Amor. Dou-te parte das culpas. Mas já não te vou dar mais nada. Não vou negar que ainda penso em ti, não vou negar que ainda ocupas o meu pensamento e não vou negar sequer que ainda penso em “poderia ter sido diferente”, penso, mas não arrisco. Houve o tempo certo para tudo, e o nosso tempo acabou. Hoje sei disso. Ontem podia ainda não saber. Mas hoje sei! Sei hoje também que te amei tanto quanto podia, que te dei tudo quanto podia, que te tentei satisfazer tanto quanto podia e que Amei amar-te, amei dar-te e amei satisfazer-te. Não tenho palavras sequer para descrever o que foste para mim. Foste tudo. Amar tem esse defeito. Rouba-nos as palavras. Foste TUDO. A maior mudança, o maior risco, o maior prazer, o maior sorriso, a maior dor, o maior orgulho, o maior abrigo, a maior noite, o maior momento. Foste tanto. E ainda hoje sei que, quando me lembrar de ti, será de uma maneira doce, gentil, feliz, sabes porquê? Porque por muita coisa feia que me tenhas feito e que te tenha feito… Foi contigo que aprendi a Amar, a amar sem limites… A Amar de uma forma doce, gentil e feliz. (sim, fui tão feliz contigo) Amei-te para Sempre. Pequena*)
(Um aparte para Ti: Magoas-me quando és injusto comigo, quando falas mal para mim e sabes perfeitamente o quão errado estás. Mandas tantas vezes barretes ao ar e eles acabam quase sempre caídos no chão, não serviram a ninguém. Devias ter mais cuidado. Eu sou fraca, eu ando fraca. Eu não sou de ferro e tu queres que eu seja. Tu queres que eu aguente tudo aquilo que me dizes com uma calma suprema. Se contesto, lixo-me. Se respondo, lixo-me. Se tento falar bem contigo, lixo-me. Eu nunca hei-de ser a filha perfeita, não percebes isso? Não tens o mínimo orgulho em mim? Em eu deslizar mas não sair do meu caminho? Não consegues ver as coisas boas que há em mim? Não consegues MOSTRAR-ME que as vez? O que é que se passa? Não consigo agradar-te. Não consigo fazer-te ver que és injusto comigo. Não consigo fazer-te ver que isso me magoa. Não consigo. E tu só me mandas à cara isso mesmo: Que eu não consigo. Não és meu pai. Mas eu sempre te tratei como tal. Tratei-te por vontade minha, porque te vejo como tal, porque te trato como tal. A palavra Pai não tem necessariamente de ser sinónimo de sangue-do-meu-sangue. Tu é muito mais que um Pai para mim. És um pai, um amigo. És a figura masculina a quem eu me agarro constantemente à procura de um abraço. Um abraço que me envolva em ternura, um abraço que me faça desaparecer por instantes, que me proteja de todos os males da minha cabeça. Tu é essencial, não percebo qual é o teu dilema em entenderes isso.)
(Um aparte para Ti: Odeio que estejas tão longe. Gostava que me conheces como quem eu realmente sou… Tua filha. Deve ser estranho para ti, quando estamos todos juntos… Mas é tão bom, sabes? Todos os dias são uma aventura, uma corrida contra o tempo para aproveitar todos os minutinhos pequeninos para te contar quem sou, para te mostrar quem sou. Sou um pedaço de ti. Tu és um pedaço de mim. Não me reconheces dentro de ti? Ensinas-me tanto. Por muito longe que estejas, contigo aprendo tanta coisa. Tiraste a palavra saudade do meu dicionário e se a uso, é apenas de uma forma supérflua, é uma palavra tão preciosa. Quase tanto como o Amo-te. Agradeço-te por isso, talvez. Acho que torno-me mais forte por estares tão longe. Por todos os dias serem difíceis sem ti aqui, por já me contentar pouco com um beijinho numa fotografia tua. Gostava tanto, tanto que me ajudasses a ultrapassar estas jornadas emocionais que, provavelmente, todas as adolescências trazem implícitas. É difícil, mas acho que sem ti é ainda mais.)
Não me apetece escrever mais. Não me apetece dizer mais verdades hoje. Estou cansada e farta destas noites que parecem nunca acabar. Cada vez tornam-se mais intensas, apenas por já não ter nada em que pensar.
Quero redescobrir-me. Fazer uma limpeza ao coração. Dizer tudo aquilo que me apetece e dar socos na parede.
Hoje à noite sou quem eu quiser.
E já decidi… Esta noite, vou ser especial.
Eu não me chamo Sofia – e agora nem sei se me chamo Sí,lvia.
Não sei quem sou nem a quantas ando. Não sei quem fui, não sei o que quero ser e também não sei para onde vou nem de onde vim.
Mais explicito que isto? Impossível.
Neste momento, odeio quem sou. Odeio a vida que tenho e peço desculpa aos meninos que lerem isto e tiverem uma vida muito mais complicada que a minha - achar-me-ão uma mimada que para aqui anda – mas eu também não estou muito preocupada...
Mas é assim.
Sinto mil portas fecharem-se na minha cara e sinto o poder a fugir-me pelos dedos.
Sinto-me fraca e não me consigo mexer e sinto-me furiosa e a única coisa que me apetece é correr, fugir, gritar.
Absurdo.
Não sou uma desgraçada sem vida. Não.
Sou apenas alguém que não sei bem quem.
(Um aparte para Ti: Tiraste-me a personalidade, deste-me uma nova. Mudaste a o meu coração, o meu corpo. Moldaste-me a teu favor. E eu fui aquilo que quiseste. Dou-te parte das culpas por agora não sabe quem sou. Quando, de repente, as coisas deixaram de funcionar… Levaste contigo grande parte de mim, grande parte do meu sorriso, quase TODO o meu Amor. Dou-te parte das culpas. Mas já não te vou dar mais nada. Não vou negar que ainda penso em ti, não vou negar que ainda ocupas o meu pensamento e não vou negar sequer que ainda penso em “poderia ter sido diferente”, penso, mas não arrisco. Houve o tempo certo para tudo, e o nosso tempo acabou. Hoje sei disso. Ontem podia ainda não saber. Mas hoje sei! Sei hoje também que te amei tanto quanto podia, que te dei tudo quanto podia, que te tentei satisfazer tanto quanto podia e que Amei amar-te, amei dar-te e amei satisfazer-te. Não tenho palavras sequer para descrever o que foste para mim. Foste tudo. Amar tem esse defeito. Rouba-nos as palavras. Foste TUDO. A maior mudança, o maior risco, o maior prazer, o maior sorriso, a maior dor, o maior orgulho, o maior abrigo, a maior noite, o maior momento. Foste tanto. E ainda hoje sei que, quando me lembrar de ti, será de uma maneira doce, gentil, feliz, sabes porquê? Porque por muita coisa feia que me tenhas feito e que te tenha feito… Foi contigo que aprendi a Amar, a amar sem limites… A Amar de uma forma doce, gentil e feliz. (sim, fui tão feliz contigo) Amei-te para Sempre. Pequena*)
(Um aparte para Ti: Magoas-me quando és injusto comigo, quando falas mal para mim e sabes perfeitamente o quão errado estás. Mandas tantas vezes barretes ao ar e eles acabam quase sempre caídos no chão, não serviram a ninguém. Devias ter mais cuidado. Eu sou fraca, eu ando fraca. Eu não sou de ferro e tu queres que eu seja. Tu queres que eu aguente tudo aquilo que me dizes com uma calma suprema. Se contesto, lixo-me. Se respondo, lixo-me. Se tento falar bem contigo, lixo-me. Eu nunca hei-de ser a filha perfeita, não percebes isso? Não tens o mínimo orgulho em mim? Em eu deslizar mas não sair do meu caminho? Não consegues ver as coisas boas que há em mim? Não consegues MOSTRAR-ME que as vez? O que é que se passa? Não consigo agradar-te. Não consigo fazer-te ver que és injusto comigo. Não consigo fazer-te ver que isso me magoa. Não consigo. E tu só me mandas à cara isso mesmo: Que eu não consigo. Não és meu pai. Mas eu sempre te tratei como tal. Tratei-te por vontade minha, porque te vejo como tal, porque te trato como tal. A palavra Pai não tem necessariamente de ser sinónimo de sangue-do-meu-sangue. Tu é muito mais que um Pai para mim. És um pai, um amigo. És a figura masculina a quem eu me agarro constantemente à procura de um abraço. Um abraço que me envolva em ternura, um abraço que me faça desaparecer por instantes, que me proteja de todos os males da minha cabeça. Tu é essencial, não percebo qual é o teu dilema em entenderes isso.)
(Um aparte para Ti: Odeio que estejas tão longe. Gostava que me conheces como quem eu realmente sou… Tua filha. Deve ser estranho para ti, quando estamos todos juntos… Mas é tão bom, sabes? Todos os dias são uma aventura, uma corrida contra o tempo para aproveitar todos os minutinhos pequeninos para te contar quem sou, para te mostrar quem sou. Sou um pedaço de ti. Tu és um pedaço de mim. Não me reconheces dentro de ti? Ensinas-me tanto. Por muito longe que estejas, contigo aprendo tanta coisa. Tiraste a palavra saudade do meu dicionário e se a uso, é apenas de uma forma supérflua, é uma palavra tão preciosa. Quase tanto como o Amo-te. Agradeço-te por isso, talvez. Acho que torno-me mais forte por estares tão longe. Por todos os dias serem difíceis sem ti aqui, por já me contentar pouco com um beijinho numa fotografia tua. Gostava tanto, tanto que me ajudasses a ultrapassar estas jornadas emocionais que, provavelmente, todas as adolescências trazem implícitas. É difícil, mas acho que sem ti é ainda mais.)
Não me apetece escrever mais. Não me apetece dizer mais verdades hoje. Estou cansada e farta destas noites que parecem nunca acabar. Cada vez tornam-se mais intensas, apenas por já não ter nada em que pensar.
Quero redescobrir-me. Fazer uma limpeza ao coração. Dizer tudo aquilo que me apetece e dar socos na parede.
Hoje à noite sou quem eu quiser.
E já decidi… Esta noite, vou ser especial.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
I have NO name
Tenho sono.
Estou cansada e sinto-me um barril. Comi uma pizza média de barbecue sozinha. São 17.43 e, a esta hora eu já devia ter feito a digestão.
Apetece-me silêncio, mas tenho a música aos altos berros. Não percebo estas tendências paradoxais do ser humano.
Apetecia-me mesmo estar sozinha mas, por outro lado a única coisa que quero fazer é divertir-me.
Não entendo, não da para entender.
Podia tentar ser mais prática e deixar-me de mariquices. Podia deixar de tentar compreender, podia até deixar de escrever.
Mas insisto. Insisto porque gosto imenso de mim e preciso de saber tudo o que passa na minha cabeça.
O tempo não passa. O relógio não anda. Estagnei num campo desconhecido e só me apetece encontrar a saída… Encontrá-la para depois puder lá voltar. Fazer desse campo o meu refúgio sentimental. Os três metros não me chegam… E sim, talvez precise de assentar os pés na Terra e observar o Mundo à minha volta.
Estou cansada e sinto-me um barril. Comi uma pizza média de barbecue sozinha. São 17.43 e, a esta hora eu já devia ter feito a digestão.
Apetece-me silêncio, mas tenho a música aos altos berros. Não percebo estas tendências paradoxais do ser humano.
Apetecia-me mesmo estar sozinha mas, por outro lado a única coisa que quero fazer é divertir-me.
Não entendo, não da para entender.
Podia tentar ser mais prática e deixar-me de mariquices. Podia deixar de tentar compreender, podia até deixar de escrever.
Mas insisto. Insisto porque gosto imenso de mim e preciso de saber tudo o que passa na minha cabeça.
O tempo não passa. O relógio não anda. Estagnei num campo desconhecido e só me apetece encontrar a saída… Encontrá-la para depois puder lá voltar. Fazer desse campo o meu refúgio sentimental. Os três metros não me chegam… E sim, talvez precise de assentar os pés na Terra e observar o Mundo à minha volta.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
:)
BREATH .
New days are coming.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Make Inspiration, Not War
Não entendo… Ultimamente as palavras fogem da minha cabeça para um espaço que, cada vez mais eu tenho a certeza que não existe.
Não percebo esta falta de inspiração… Quando tudo devia sair espectacularmente bonitinho e cheio de sentimento… Não sai nada. Absolutamente nada.
É irritante.
Eu sinto as palavras a passarem pelos meus dedos, a escorregarem pelas minhas mãos e, sempre que sinto esse não agarrar sinto outras quantas coisas feias.
Parece que perdi a capacidade de conjugar as palavras com o coração. Será que se chatearam?
Será que entraram numa guerrinha, numa guerrinha de sentimentos em que o meu coração produz e a cabeça desvia… ou o contrário.
Impossível.
Essas coisas não existem.
Guerras entre cabeças e corações?
Não, a cabeça não tem capacidade de desviar os sentimentos que o coração lhe envia. E se tiver? E se realmente a cabeça tiver essa habilidade? Vou só passar a sentir aquilo que a minha cabeça achar melhor? E o Amor? E a inspiração que eu tanto anseio?
A cabeça não me pode fazer isso.
Jogos psicológicos dentro de mim?
Eu não pedi nada disso.
Não percebo esta falta de inspiração… Quando tudo devia sair espectacularmente bonitinho e cheio de sentimento… Não sai nada. Absolutamente nada.
É irritante.
Eu sinto as palavras a passarem pelos meus dedos, a escorregarem pelas minhas mãos e, sempre que sinto esse não agarrar sinto outras quantas coisas feias.
Parece que perdi a capacidade de conjugar as palavras com o coração. Será que se chatearam?
Será que entraram numa guerrinha, numa guerrinha de sentimentos em que o meu coração produz e a cabeça desvia… ou o contrário.
Impossível.
Essas coisas não existem.
Guerras entre cabeças e corações?
Não, a cabeça não tem capacidade de desviar os sentimentos que o coração lhe envia. E se tiver? E se realmente a cabeça tiver essa habilidade? Vou só passar a sentir aquilo que a minha cabeça achar melhor? E o Amor? E a inspiração que eu tanto anseio?
A cabeça não me pode fazer isso.
Jogos psicológicos dentro de mim?
Eu não pedi nada disso.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
RITA
Rita.
Vamos pôr os pontos nos i’s.
Para já, tens de perder essa mania de me adivinhares os pensamentos e as necessidades da minha Alma.
Dizes que tens de me educar mas quem mais me mima és tu :# (não é que eu não queira que me mimes)
Desculpa ás vezes as minhaS fraquezas, sabes como é que eu sou… Faço-me e ás vezes, por muito que escreva o contrário… Fico-me.
Mas uma cena- EU NÃO QUERO FICAR SEM TI! Não quero.
Merda de fantasminhas gosmáticos que me prendem e não me deixam avançar sem medos.
Não são traumas. Eu não tenho traumas.
Dizem que sou mimada de mais para tê-los… Mas tenho lembranças menos boas… Tenho sentimentos que ainda hoje, quando fecho os olhos, os sinto e (re)sinto e volto a sentir… E vêm sempre com a mesma intensidade… Vêm sempre com o mesmo calor.
Aqueces-me o coração. Sabes, fazes-me esquecer todos esses sentimentos fracos quando estás comigo… Quando rimos as duas. Contigo eu não sou fraca… Tu não me deixas ser fraca.
Mas quando ficamos um dia que seja separadas eu penso que te sinto longe… E começo a imaginar que não voltas ou, se voltas as coisas já não são as mesmas.
E hoje, no café enquanto estava à tua espera… Tive medo. Tanto medo.
Tive medo que tivesses diferente… Tive medo que não tivesses sequer.
Sem motivo. Ou talvez o único motivo sejam os meus medos RIDÍCULOS de ser abandonada –“
Consigo ser uma idiota burra. Eu sei!
Consigo estragar tudo. Eu sei!
Mas é medo.
Medo autêntico.
Medo autêntico de ficar sem ti.
(desculpa :’ Vou tentar ter menos medo)
Vamos pôr os pontos nos i’s.
Para já, tens de perder essa mania de me adivinhares os pensamentos e as necessidades da minha Alma.
Dizes que tens de me educar mas quem mais me mima és tu :# (não é que eu não queira que me mimes)
Desculpa ás vezes as minhaS fraquezas, sabes como é que eu sou… Faço-me e ás vezes, por muito que escreva o contrário… Fico-me.
Mas uma cena- EU NÃO QUERO FICAR SEM TI! Não quero.
Merda de fantasminhas gosmáticos que me prendem e não me deixam avançar sem medos.
Não são traumas. Eu não tenho traumas.
Dizem que sou mimada de mais para tê-los… Mas tenho lembranças menos boas… Tenho sentimentos que ainda hoje, quando fecho os olhos, os sinto e (re)sinto e volto a sentir… E vêm sempre com a mesma intensidade… Vêm sempre com o mesmo calor.
Aqueces-me o coração. Sabes, fazes-me esquecer todos esses sentimentos fracos quando estás comigo… Quando rimos as duas. Contigo eu não sou fraca… Tu não me deixas ser fraca.
Mas quando ficamos um dia que seja separadas eu penso que te sinto longe… E começo a imaginar que não voltas ou, se voltas as coisas já não são as mesmas.
E hoje, no café enquanto estava à tua espera… Tive medo. Tanto medo.
Tive medo que tivesses diferente… Tive medo que não tivesses sequer.
Sem motivo. Ou talvez o único motivo sejam os meus medos RIDÍCULOS de ser abandonada –“
Consigo ser uma idiota burra. Eu sei!
Consigo estragar tudo. Eu sei!
Mas é medo.
Medo autêntico.
Medo autêntico de ficar sem ti.
(desculpa :’ Vou tentar ter menos medo)
domingo, 20 de julho de 2008
hoje -novo dia
Vou ser feliz.
Vou ser muito feliz.
Vou entrar a matar e vou respirar a ddoobbrraarr.
Vou esquecer todos os problemas, vou esquecer todas as mágoas, vou encostar a um canto todas as palavras sofridas, vou LEVANTAR a cabeça, empinar o nariz e ser DESMODERADAMENTE feliz.
A sério, acreditem em mim.
Vou rir até chorar e até ficar com dor de burro.
E vou pensar em todas as lembranças e todas as recordações sem saudade… Mas com carinho.
Não vou sentir falta do passado nem muito menos vou pensar no futuro.
Vou deixar acontecer… Vou deixar fluir.
Vou ter coragem... Vou ter ainda mais coragem.
Vou saber o que fazer em todas as situações e vou aprender a improvisar (até mesmo em coisas do coração).
Coragem Sílvia de Santa Bárbara.
Coragem e Orgulho naquilo que sou, naquilo que quero ser e naquilo que fui.
Porque, se até há uns bons tempos para cá eu era capaz de impossíveis … Hoje também sou.
Sim, pois sou! O essêncial é manter os pés bem assentes na terra (mas isso não impede que a cabeça esteja na Lua).
Coragem.Coragem.Coragem.
Não vai ser difícil… Afinal de contas, é só fazer um esforço para ser quem eu quero ser.
Shhh, agora sim… Vou ser feliz porquê?
Porque HOJE ... Hoje é um NOVO dia :D
Vou ser muito feliz.
Vou entrar a matar e vou respirar a ddoobbrraarr.
Vou esquecer todos os problemas, vou esquecer todas as mágoas, vou encostar a um canto todas as palavras sofridas, vou LEVANTAR a cabeça, empinar o nariz e ser DESMODERADAMENTE feliz.
A sério, acreditem em mim.
Vou rir até chorar e até ficar com dor de burro.
E vou pensar em todas as lembranças e todas as recordações sem saudade… Mas com carinho.
Não vou sentir falta do passado nem muito menos vou pensar no futuro.
Vou deixar acontecer… Vou deixar fluir.
Vou ter coragem... Vou ter ainda mais coragem.
Vou saber o que fazer em todas as situações e vou aprender a improvisar (até mesmo em coisas do coração).
Coragem Sílvia de Santa Bárbara.
Coragem e Orgulho naquilo que sou, naquilo que quero ser e naquilo que fui.
Porque, se até há uns bons tempos para cá eu era capaz de impossíveis … Hoje também sou.
Sim, pois sou! O essêncial é manter os pés bem assentes na terra (mas isso não impede que a cabeça esteja na Lua).
Coragem.Coragem.Coragem.
Não vai ser difícil… Afinal de contas, é só fazer um esforço para ser quem eu quero ser.
Shhh, agora sim… Vou ser feliz porquê?
sexta-feira, 11 de julho de 2008
talvez talvez
Perseguição.
Insistência.
Não desistir.
Entende.
Já não dá mais.
Não me posso submeter a mais coisas que não entendo.
Não quero arriscar porque não me quero magoar, ou não te quero magoar.
Falei de limites. Eles existem para não nos iludir-mos... Não nos iludimos até chegar aos limites, sabemos que eles estão lá para não os ultrapassarmos mas, apartir do momento que ultrapassamos esses limites, a situação muda. Ultrapassar limites significa iludir, sonhar alto sem asas.
Eu não me iludo. Eu quero manter os limites.
Não vou dar mais nenhuma queda como dei. Antigamente.
Sim, falei de passado e tu tentas iludir-me com um futuro.
Sinto curiosidade quando me vejo no teu olhar, sinto vontade de mergulhar de cabeça... Mas lembro-me dos limites... Daqueles que não podem ser ultrapassados por questões de segurança.
Não vou cultivar mais sementes neste campo.
Eu jogo pelo seguro.
Agora, devido ao antigamente, aprendi a jogar pelo seguro e não deitar o coração a perder porque, do coração, eu preciso muito muito.
<3
Insistência.
Não desistir.
Entende.
Já não dá mais.
Não me posso submeter a mais coisas que não entendo.
Não quero arriscar porque não me quero magoar, ou não te quero magoar.
Falei de limites. Eles existem para não nos iludir-mos... Não nos iludimos até chegar aos limites, sabemos que eles estão lá para não os ultrapassarmos mas, apartir do momento que ultrapassamos esses limites, a situação muda. Ultrapassar limites significa iludir, sonhar alto sem asas.
Eu não me iludo. Eu quero manter os limites.
Não vou dar mais nenhuma queda como dei. Antigamente.
Sim, falei de passado e tu tentas iludir-me com um futuro.
Sinto curiosidade quando me vejo no teu olhar, sinto vontade de mergulhar de cabeça... Mas lembro-me dos limites... Daqueles que não podem ser ultrapassados por questões de segurança.
Não vou cultivar mais sementes neste campo.
Eu jogo pelo seguro.
Agora, devido ao antigamente, aprendi a jogar pelo seguro e não deitar o coração a perder porque, do coração, eu preciso muito muito.
<3
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terça-feira, 8 de julho de 2008
Conversas de cafés e suposições
Conversas de café e pessoas desconhecidas.
Ao ouvi-las penso (ou imagino) como seria não ser eu... Como seria entrar na vida de outra pessoa.
Complexo ou Complicado.
Talvez as duas.
Teias de aranha dentro de mim.
E eu vou observando vidas...
Qeria limpar-me, mandar fora todo o lixo que há dentro de mim.
Queria começar de novo, nascer de novo.
Pensava que conseguia. Pensava que (me) conhecia.
Pensava que seria fácil saltar montanhas de sentimentos e queimar todas as imagens e todas as recordações.
Pensava que sim... Mas afinal parece que não é assim tão fácil.
Acho que tembém nínguem disse que era... Eu é que, ingénuamente, pensei que fosse.
É altura de meditar. É altura de não fugir de mim... De fugir das coisas más (ou das coisas boas).
"O futuro é incerto" - frase demasiado dita para ser intensa...
Mas o futuro é incerto e eu tenho o coração com marcas de um furacão.
Mas e se eu começar a "limpar" o coração... Quem é que vai lá estar para me ajudar a levar o lixo para o contentor e não olhar para trás?
Ao ouvi-las penso (ou imagino) como seria não ser eu... Como seria entrar na vida de outra pessoa.
Complexo ou Complicado.
Talvez as duas.
Teias de aranha dentro de mim.
E eu vou observando vidas...
Qeria limpar-me, mandar fora todo o lixo que há dentro de mim.
Queria começar de novo, nascer de novo.
Pensava que conseguia. Pensava que (me) conhecia.
Pensava que seria fácil saltar montanhas de sentimentos e queimar todas as imagens e todas as recordações.
Pensava que sim... Mas afinal parece que não é assim tão fácil.
Acho que tembém nínguem disse que era... Eu é que, ingénuamente, pensei que fosse.
É altura de meditar. É altura de não fugir de mim... De fugir das coisas más (ou das coisas boas).
"O futuro é incerto" - frase demasiado dita para ser intensa...
Mas o futuro é incerto e eu tenho o coração com marcas de um furacão.
Mas e se eu começar a "limpar" o coração... Quem é que vai lá estar para me ajudar a levar o lixo para o contentor e não olhar para trás?
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Black And Gold
The fish swam out of the ocean
And grew legs and they started walking
And the apes climbed down from the trees
And grew tall and they started talking
And the stars fell out of the sky
And my tears rolled into the ocean
Now i'm looking for a reason why
You even set my world
Into motion
'Cause if you're not really here then the stars don't even matter.
Now i'm filled to the top with fear, but it's all just a bunch of matter.
'Cause if you're not really here then i don't want to be either.
I wanna be next to you...
Black and Gold.
I looked up into the grey sky
And see a thousand eyes staring back
And all around these golden beacons
I see nothing but black
I feel a way of something
Beyond them
I don't see what i can feel
If vision is the only validation
Then most of my life isn't real
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
GUARDO-TE PASSADO
As mudanças são TÃO boas.
Sabem bem.
Dei um passo, fiquei com vontade de dar outro... E agora ? Agora só me apetece correr. Correr na direcção daquilo que não conheço. Enfrentar os meus mais profundos medos.
Tenho vontade de LEVANTAR a cabeça.
Porque a essência está em Atirarmo-nos de cabeça... Atirarmo-nos de cabeça com FÉ de que Deus nos vai dar asas para voar.
Eu tenho vontade.
Tenho vontade de começar do inicio, tenho vontade de arrumar tudo em gavetinhas coloridas.
Tenho vontade e, como se não bastasse ter vontade... Tenho CORAGEM também.
Para HOMOGE'MEA:
Dás-me mesmo estaladas de palavras quando eu MAIS preciso.
Pintas a minha vida com as cores que nós juntas inventamos.
E eu agradeço-te tanto tanto por isso.
Porque são exactamente essas cores que me dão CORAGEM para tentar.
Para tentar e não chorar.
Para me levantar, depois de cair por tentar.
Não sei se mereço ou não o titulo que tenho, mas esforço-me... E acho que isso conta muito mais que qualquer outra tentativa sem sentimento :$
Eu sou Homoge'mea. E sou a Rapariga mais FELIZ do Mundo... Pelo menos quando estou com Ela :$
Sabem bem.
Dei um passo, fiquei com vontade de dar outro... E agora ? Agora só me apetece correr. Correr na direcção daquilo que não conheço. Enfrentar os meus mais profundos medos.
Tenho vontade de LEVANTAR a cabeça.
Porque a essência está em Atirarmo-nos de cabeça... Atirarmo-nos de cabeça com FÉ de que Deus nos vai dar asas para voar.
Eu tenho vontade.
Tenho vontade de começar do inicio, tenho vontade de arrumar tudo em gavetinhas coloridas.
Tenho vontade e, como se não bastasse ter vontade... Tenho CORAGEM também.
Para HOMOGE'MEA:
Dás-me mesmo estaladas de palavras quando eu MAIS preciso.
Pintas a minha vida com as cores que nós juntas inventamos.
E eu agradeço-te tanto tanto por isso.
Porque são exactamente essas cores que me dão CORAGEM para tentar.
Para tentar e não chorar.
Para me levantar, depois de cair por tentar.
Não sei se mereço ou não o titulo que tenho, mas esforço-me... E acho que isso conta muito mais que qualquer outra tentativa sem sentimento :$
Eu sou Homoge'mea. E sou a Rapariga mais FELIZ do Mundo... Pelo menos quando estou com Ela :$
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domingo, 22 de junho de 2008
;)
As dores de coração, eventualmente, acabam por PASSAR.
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sábado, 21 de junho de 2008
MOVE ON
A única coisa que eu queria era seguir em frente.
E tu não compreendes isso.
Eu preciso de coragem... E não sei onde é que eu a tenho andado a ir buscar.
Desta vez não te menti, contei-te a verdade porque não quero que me ames mais.
Não quero magoar-me mais contigo, nem mais com esse teu pseudó-amor...
Sim, porque nunca achei normal a maneira como tu expressavas o teu amor.
Nunca achei normal.
Devias-me querer tanto tanto para ti que te esqueceste de ter-me para ti.
É paradoxo, mas é verdadeiro.
Deixei de te amar tanto.
Ontem mostraste-me quem eu não queria ver. Mostraste-me que podes ser o maior destruidor de sonhos e felicidades.
Mereço mais.
Mereço mais do que ciúmes e dramas.
Mereço mais do que um simples guarda-costas que ameaça os MEUS AMIGOS.
Eu sei que mereço.
Queria-te olhar nos olhos e mostrar-te que sou forte.
Mostrar-te que eu consigo ser tão forte quanto pareço.
Mas a única coisa que fiz foi fechar-te a porta na cara e sentar-me nas escadas a chorar... Porque tinha acabado de gastar as minhas energias todas, naqueles 3 segundos.
Mas é assim a vida.
Há tempos em que temos a maré contra nós.
Mas há outros em que é só nos deixarmos levar.
Eu, eu preciso de ser transportada.
Preciso de ser tranportada para um sítio onde não existas.
Onde eu consiga apagar todos restos de sentimento que deixaste em mim.
Preciso de ir para um sítio onde não me magoes.
Mas com calma, a maré vai-me levar lá.
E eu vou conseguir tudo o que quero.
E tu não compreendes isso.
Eu preciso de coragem... E não sei onde é que eu a tenho andado a ir buscar.
Desta vez não te menti, contei-te a verdade porque não quero que me ames mais.
Não quero magoar-me mais contigo, nem mais com esse teu pseudó-amor...
Sim, porque nunca achei normal a maneira como tu expressavas o teu amor.
Nunca achei normal.
Devias-me querer tanto tanto para ti que te esqueceste de ter-me para ti.
É paradoxo, mas é verdadeiro.
Deixei de te amar tanto.
Ontem mostraste-me quem eu não queria ver. Mostraste-me que podes ser o maior destruidor de sonhos e felicidades.
Mereço mais.
Mereço mais do que ciúmes e dramas.
Mereço mais do que um simples guarda-costas que ameaça os MEUS AMIGOS.
Eu sei que mereço.
Queria-te olhar nos olhos e mostrar-te que sou forte.
Mostrar-te que eu consigo ser tão forte quanto pareço.
Mas a única coisa que fiz foi fechar-te a porta na cara e sentar-me nas escadas a chorar... Porque tinha acabado de gastar as minhas energias todas, naqueles 3 segundos.
Mas é assim a vida.
Há tempos em que temos a maré contra nós.
Mas há outros em que é só nos deixarmos levar.
Eu, eu preciso de ser transportada.
Preciso de ser tranportada para um sítio onde não existas.
Onde eu consiga apagar todos restos de sentimento que deixaste em mim.
Preciso de ir para um sítio onde não me magoes.
Mas com calma, a maré vai-me levar lá.
E eu vou conseguir tudo o que quero.
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
OFG
Hoje tenho a fúria nas mãos.
Não sou eu que estou a escrever.
É o meu coração que grita de raiva.
Estou com música aos altos berros para não ter de sentir tantos sentimentos que não queria.
Não digam que sou aquilo que não sou.
Não me venham com conversas de coitadinhos.
As verdades têm de ser ditas, e ao menos preocupo-me em dizê-las.
Na minha mísera opinião de menina mimada, os amigos não servem só para dar abraçinhos quando fazemos tudo o que queremos.
Amigos ou seja o que for.
Ex-namorados 8), por exemplo.
Eu preocupo-me em dizer aquilo que penso, faço criticas construtivas que podem mudar o rumo do futuro.
Penso um bocadinho antes de as começar a debitar.
Não atiro chapéuzinhos ao ar.
Não.
Se é para falar, que se fale bem.
Não gosto de conversas deixadas a meio.
Se é para falar, que se fale até ao fim.
Mas, desta vez, eu sei que o problema não é meu.
E fico contente por isso.
Eu já não sou uma rapariga insegura, já consigo ter os pés bem assentes na terra e o coração dentro da sua covinha.
Eu mudei.
Quem não muda é que fica mal.
Lamento que haja pessoas tão inseguras ao ponto de deitarem tudo a perder... Ou, em certas prespectivas, tudo a ganhar...
Mas é assim a vida.
Não me importo com o que as pessoas dizem... Houve uma pessoa que me ensinou isso.
E foi a pessoa que me ensinou isso, que me tentou mandar abaixo.
Mas quando se chega ao topo... Já não se cai... Ou pode-se cair... Eventualmente... Mas eu não!
Dizem que eu torno as coisas mais fáceis.
Não.
Não torno.
Eu simplesmente respondo com facilidade aos argumentos fáceis que me dão.
Isto visto de todas as prespectivas, é claro.
Não gosto de olhar o acidente só do meu lugar.
Gosto de passear à volta do que aconteceu e ver todas as gotas de sangue... De todas as pessoas.
Talvez isso aconteça por eu ser demasiado mimada e tenha tudo de mão beijada.
Mas não sei.
São prespectivas.
Não sou eu que estou a escrever.
É o meu coração que grita de raiva.
Estou com música aos altos berros para não ter de sentir tantos sentimentos que não queria.
Não digam que sou aquilo que não sou.
Não me venham com conversas de coitadinhos.
As verdades têm de ser ditas, e ao menos preocupo-me em dizê-las.
Na minha mísera opinião de menina mimada, os amigos não servem só para dar abraçinhos quando fazemos tudo o que queremos.
Amigos ou seja o que for.
Ex-namorados 8), por exemplo.
Eu preocupo-me em dizer aquilo que penso, faço criticas construtivas que podem mudar o rumo do futuro.
Penso um bocadinho antes de as começar a debitar.
Não atiro chapéuzinhos ao ar.
Não.
Se é para falar, que se fale bem.
Não gosto de conversas deixadas a meio.
Se é para falar, que se fale até ao fim.
Mas, desta vez, eu sei que o problema não é meu.
E fico contente por isso.
Eu já não sou uma rapariga insegura, já consigo ter os pés bem assentes na terra e o coração dentro da sua covinha.
Eu mudei.
Quem não muda é que fica mal.
Lamento que haja pessoas tão inseguras ao ponto de deitarem tudo a perder... Ou, em certas prespectivas, tudo a ganhar...
Mas é assim a vida.
Não me importo com o que as pessoas dizem... Houve uma pessoa que me ensinou isso.
E foi a pessoa que me ensinou isso, que me tentou mandar abaixo.
Mas quando se chega ao topo... Já não se cai... Ou pode-se cair... Eventualmente... Mas eu não!
Dizem que eu torno as coisas mais fáceis.
Não.
Não torno.
Eu simplesmente respondo com facilidade aos argumentos fáceis que me dão.
Isto visto de todas as prespectivas, é claro.
Não gosto de olhar o acidente só do meu lugar.
Gosto de passear à volta do que aconteceu e ver todas as gotas de sangue... De todas as pessoas.
Talvez isso aconteça por eu ser demasiado mimada e tenha tudo de mão beijada.
Mas não sei.
São prespectivas.
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Felicidade.Silvia

São voltas e reviravoltas.
É um Mundo a meus pés.
E agora, agora com o Sol a arder na minha pele molhada, que eu vou descobrir.
Vou cavar bem fundo o meu coração, e vou descobrir o que é ser feliz.
O que é novamente ser feliz :D
Mas antes... Vou respirar fundo, aguentar o que vier e depois orgulhar-me de mim :$
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quinta-feira, 22 de maio de 2008
Aprendi
Aprendi durante este ano que quem ama espera.
Aprendi também a aprender com os meus erros.
Aprendi que existem amigos e amigos, mas que, de certa forma, estarão sempre todos guardados num cantinho do coração à espera de serem lembrados mais e mais uma vez.
Aprendi a ler a palavra mudar como se lê a palavra desafio e, com isso, aprendi a ultrapassar.
Aprendi a ter coragem.
Aprendi a ter confiança.
Aprendi, depois de esperar, a amar.
Aprendi a sonhar mas, o melhor de tudo foi ter aprendido a tornar os sonhos realidade.
Aprendi a esperar mais de mim.
Aprendi a ver mudanças.
Aprendi a aceitar e aprendi que não me importo em não ser aceite.
Aprendi a dar valor ao que tenho e aprendi que, quem não me dá valor não merece o meu tom.
Aprendi que o mal quase sempre vem por bem... E aprendi também que o bem não vem sozinho... conquista-se.
Aprendi a deixar para trás os sentimentos que não interessam.
Aprendi a ouvir e calar.
Aprendi a sorrir mesmo mesmo quando vejo o Mundo a cair a meus pés.
Aprendi a tentar... A tentar andar na corda bamba.
Aprendi a chorar, a chorar a limpar lágrimas e a começar tudo de novo.
Aprendi a ter uma única Amiga.
Aprendi a ter um único Amor.
Aprendi a dar valor à irmã que tenho.
Aprendi a ser infeliz mas, melhor ainda...
Aprendi a encontrar a felicidade na infelicidade.
Viva os 16 anos.
Força 17 @
Aprendi também a aprender com os meus erros.
Aprendi que existem amigos e amigos, mas que, de certa forma, estarão sempre todos guardados num cantinho do coração à espera de serem lembrados mais e mais uma vez.
Aprendi a ler a palavra mudar como se lê a palavra desafio e, com isso, aprendi a ultrapassar.
Aprendi a ter coragem.
Aprendi a ter confiança.
Aprendi, depois de esperar, a amar.
Aprendi a sonhar mas, o melhor de tudo foi ter aprendido a tornar os sonhos realidade.
Aprendi a esperar mais de mim.
Aprendi a ver mudanças.
Aprendi a aceitar e aprendi que não me importo em não ser aceite.
Aprendi a dar valor ao que tenho e aprendi que, quem não me dá valor não merece o meu tom.
Aprendi que o mal quase sempre vem por bem... E aprendi também que o bem não vem sozinho... conquista-se.
Aprendi a deixar para trás os sentimentos que não interessam.
Aprendi a ouvir e calar.
Aprendi a sorrir mesmo mesmo quando vejo o Mundo a cair a meus pés.
Aprendi a tentar... A tentar andar na corda bamba.
Aprendi a chorar, a chorar a limpar lágrimas e a começar tudo de novo.
Aprendi a ter uma única Amiga.
Aprendi a ter um único Amor.
Aprendi a dar valor à irmã que tenho.
Aprendi a ser infeliz mas, melhor ainda...
Aprendi a encontrar a felicidade na infelicidade.
Viva os 16 anos.
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