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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

26 #

Lembraste daquela vez em que fomos apanhados pela I? Estávamos no teu carro, a beijarmo-nos como se o amanhã não existisse para nós. A I riu-se, parece que parecia óbvio que nós ficámos logo loucos um pelo outro. Lembraste desse verão? Quando íamos à shisha e tu ficavas o tempo todo a abraçar-me, a abraçar-me como se tivesses medo de me largar, eu podia fugir. Eu sabia que eu te deixava louco, e adorava a tua loucura por mim. Íamos a todo o lado, passear, beijar, amar, sentir tudo o que havia para sentir. O meu coração descobriu em ti um coração que nunca tinha imaginado vir a descobrir. O mundo rodava no sentido oposto ao nosso, não havia apoio, não havia amigos que concordassem com o que nós estávamos a começar a viver. Tinha-te eu a ti, tu a mim. E éramos felizes. Bastava-nos os beijos loucos, os abraços apertados. Bastava-nos a presença.
Hoje, passados anos, as mudanças são bem visíveis. A mudança mais importante foi a tua mudança de mentalidade. A outra arrastava-te para um mundo paralelo do meu, um mundo sem sonhos, sem objectivos, sem crenças. Um mundo incompatível com o meu. Esforcei-me para te fazer ver coisas que, se tu não visses, nos tornariam incompatíveis também. E eu queria ficar contigo. Eu quero ficar contigo. Foram muitas críticas, muitas discussões, muita guerra para tão pouca paz que nós começamos a ter. Ultrapassámos. Mudaste a tua mentalidade e, consequentemente, entraste para o mundo das conquistas e o mundo ‘desejante’ que te pede sempre por mais, em que tu pedes sempre por mais. Mas foi muita guerra, foram muitas granadas, muitos tiros entre os nossos corações... Directamente para o nosso amor. Claro que deixou feridas, claro que essas feridas não estão ainda saradas, claro que tudo o que acontece tem influência em tudo o que vai acontecer. As nossas discussões levaram-nos ao hoje. À minha insegurança, aos meus medos, à tua falta de paciência, a tu achares que tudo é crítica. Mas é normal.
No outro dia, no carro, eu disse-te “quando tu fazes uma ferida, tens de tapá-la com miminhos, com amor, com abraços e carinho”. Digo o mesmo relativamente ao nosso amor. Ele precisa de carinho, está doente. A guerra deixou-o doente. Precisamos de ser médicos do nosso amor, como dois médicos que amam o seu paciente, que neste caso, é o nosso amor.
Não é um amor bem cheiroso, não é um amor lindo de morrer, não é amor que veio a crescer exponencialmente ao longo do tempo. É um amor já pisado, dorido e com muitos altos e com muitos baixos. Mas é amor. É o nosso amor. E temos que cuidar dele. Temos que tratá-lo.
Gosto muito de ti M… Gosto muito de ti, por tudo o que já fomos, por tudo o que tu já mudaste, por tudo o que eu já mudei porque tu me fizeste mudar. Gosto muito de ti com um amor muito grande que serve de apoio para tudo o que de mau já enfrentámos, com um amor muito muito grande que serve de apoio para tudo o que há-de vir.


Amo-te M, amo-te muito @

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

This is about inspiration, about a pencil and about a charming paper.

Vamos tentar outra vez. Vamos brincar outra vez a este lindo e maravilhoso jogo de construção de letras em que uma lapiseira e um coração palpitante são as minhas armas secretas.
Deixa-me seduzir-te com os meus pensamentos, dar-te um cheirinho do que quero fazer contigo, de tudo o que quero fazer contigo. Uma arte de aproximação.
Toco-te ao de leve, deixei-te saborear a leveza do carvão. Sabes de cor a cor dos meus olhos e o formato da minha cara, consegues ler em mim o que sinto mas agora, deixei-te sentir-te.
Este jogo da apanhada, este jogo das escondidas. Este jogo da falta de jogo para jogar com as palavras que o meu coração devora numa tentativa incessante de se compreender a ele próprio. Come as minhas palavras e rouba-me a sedução da escrita – desculpa a minha falta de prática.
Observo-te e intimidas-me, tenho receio que leves para longe as minhas palavras, pensamentos e sentimentos. Mas não te vou mostrar medos. Sou uma sedutora e o meu objectivo principal é que tu sejas eu, o reflictas o meu eu. O meu eu que, docemente, sem carregar nem fazer força, sem partir minas e sem te apagar, calmamente, vou preenchendo em ti.
E volto ao jogo, volto a campo e tu deixaste levar, sem dares conta.
Volto ao jogo, pé – ante – pé, a preencher-te das minhas baboseiras, tal como acabei de fazer agora… E tu nem notaste, é um jogo do deixar levar que se aprende de olhos fechados.
Vamos brincar? Vamos brincar ao “Deixar levar”?

quarta-feira, 22 de abril de 2009

midnight stories

Conta-me uma história. Uma doce e meiga história, de amor, talvez.
Conta-me uma história de encantar. Fairy Tales. Faz de mim a princesa do teu mundo e conta-me a história em que tu és o meu príncipe.
Com caminhos amarelos e árvores cor-de-rosa….
Conta-me uma história e faz-me dona do teu coração. Inventa um mundo meu e teu. Doce e meigo.
Acaba com o tempo, acaba com os minutos, acaba com as horas.
Dá-me a eternidade.
Conta-me uma história de mágicos, ou melhor, conta-me uma história mágica. Uma história encantada que encante, que soe a melodia.
Fecha-me os olhos e conta-me uma história que acabe bem.
Que comece bem, que se desenvolva bem e que acabe bem.

“Era uma vez… Sempre foram felizes e felizes ficaram para sempre.”

Torna-me tua. Torna-te meu.
Faz o que quiseres, a história é tua. A história é nossa.
Conta-me uma história de sonho, que me faça sonhar acordada.
Conta-me a história… e depois?

TORNA-A REAL. @

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Black And Gold

The fish swam out of the ocean
And grew legs and they started walking
And the apes climbed down from the trees
And grew tall and they started talking
And the stars fell out of the sky
And my tears rolled into the ocean
Now i'm looking for a reason why
You even set my world
Into motion
'Cause if you're not really here then the stars don't even matter.
Now i'm filled to the top with fear, but it's all just a bunch of matter.
'Cause if you're not really here then i don't want to be either.
I wanna be next to you...
Black and Gold.
I looked up into the grey sky
And see a thousand eyes staring back
And all around these golden beacons
I see nothing but black
I feel a way of something
Beyond them
I don't see what i can feel
If vision is the only validation
Then most of my life isn't real

quarta-feira, 11 de junho de 2008

OFG

Hoje tenho a fúria nas mãos.
Não sou eu que estou a escrever.
É o meu coração que grita de raiva.
Estou com música aos altos berros para não ter de sentir tantos sentimentos que não queria.
Não digam que sou aquilo que não sou.
Não me venham com conversas de coitadinhos.
As verdades têm de ser ditas, e ao menos preocupo-me em dizê-las.
Na minha mísera opinião de menina mimada, os amigos não servem só para dar abraçinhos quando fazemos tudo o que queremos.
Amigos ou seja o que for.
Ex-namorados 8), por exemplo.
Eu preocupo-me em dizer aquilo que penso, faço criticas construtivas que podem mudar o rumo do futuro.
Penso um bocadinho antes de as começar a debitar.
Não atiro chapéuzinhos ao ar.
Não.
Se é para falar, que se fale bem.
Não gosto de conversas deixadas a meio.
Se é para falar, que se fale até ao fim.
Mas, desta vez, eu sei que o problema não é meu.
E fico contente por isso.
Eu já não sou uma rapariga insegura, já consigo ter os pés bem assentes na terra e o coração dentro da sua covinha.
Eu mudei.
Quem não muda é que fica mal.
Lamento que haja pessoas tão inseguras ao ponto de deitarem tudo a perder... Ou, em certas prespectivas, tudo a ganhar...
Mas é assim a vida.
Não me importo com o que as pessoas dizem... Houve uma pessoa que me ensinou isso.
E foi a pessoa que me ensinou isso, que me tentou mandar abaixo.
Mas quando se chega ao topo... Já não se cai... Ou pode-se cair... Eventualmente... Mas eu não!
Dizem que eu torno as coisas mais fáceis.
Não.
Não torno.
Eu simplesmente respondo com facilidade aos argumentos fáceis que me dão.
Isto visto de todas as prespectivas, é claro.
Não gosto de olhar o acidente só do meu lugar.
Gosto de passear à volta do que aconteceu e ver todas as gotas de sangue... De todas as pessoas.
Talvez isso aconteça por eu ser demasiado mimada e tenha tudo de mão beijada.
Mas não sei.
São prespectivas.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

domingo, 27 de abril de 2008

12

Um passo. E outro. E outro.
Confiança, cabeça erguida.
Olhos no céu, olhos num passado, num presente... Num futuro.
O que criámos, o que sentimos, o que vivemos.
Intenso.
Maravilhoso.
Temos dias, nós.
Temos segundos.
Talvz seja isso que torne a nossa relação tão nossa, tão única.
Orgulho-me naquilo que nos tornamos um para o outro.
Somos fortes.
Já tivemos tantas quedas, tantas tantas.
Agora está na hora de paz.
Está na hora de tratar das feridas.
Está na hora de ficarmos enrroscados um no outro dias sem fim.
Vamos ser felizes.
Vamos ser felizes à nossa estúpida, irritante, melosa, confusa maneira.
Mas vamos se tão tão felizes :$
@

<3 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 @

sábado, 26 de abril de 2008

Os medos.


Eram Luas perdidas.
Luas perdidas por medos.
Medos de arriscar, medos de sentir.
Eram sonhos não realizados, porque ninguém se preocupava em realizá-los.
Há que dar um passo em frente.
Dar um passo em frente, saltar por cima de um obstáculo e cair.
Cair e Levantar.
As vezes que forem precisas. Até aprender.
Aprender sempre, que desistir não é opção nem muito menos solução.
Insistir.
Insistir muitas vezes e insistir com muita força.
Está tudo no coração.
Num coração forte, num coração de Amor, num coração que quer e consegue.
Está tudo ai.
<3

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Sexo de Alma.


Vou-me despindo lentamente.
Tiro um sorriso, desapertas uma lágrima, mostro um bocado do coração... Até que fico nua... Nua de Alma.
Uma dança sensual que excita o meu coração... A dança da minha Alma a despir-se para ti.
Sentes o meu coração acelerado entao, puxas mais um bocado a cobertura do coração até ele ficar completamente nu, completamente desarmado.
Quando o vez assim sinto-te tão perto...
Tão perto.
O teu toque no meu coração nu para ti... Basta um toque apenas e ele grita num som coberto de prazer o teu nome.
O orgasmmo do Amor.
Acaba, a Alma volta a vestir-se.
Fica brilhante... Luminosa, mas tem de se ir embora.
Tem de apagar os vestigios que o teu Amor deixou nela então, vai dizendo ao coração que nunca mais se vai dar... que nnca mais se vai dar a Ti.
Mente.
Ela sabe que mente.
Sabe que está Tua de mais para não se excitar só de te ver.
Sabe que sempre que o Teu Amor estiver com o Meu... A Minha Alma dár-se-á a ti.
É o climax do Amor.
O Prazer da Alma.
O Orgasmo do amor.


Toca-me e Eleva-me a Alma.
(L)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A P A

Ás vezes só me riscar o teu nome da minha cabeça, acabar com estas fatalidades e contradições, tirar-te do meu pensamento.
Uma vezes, mostras-me umas coisas... Outras vezes mostras-me outras.
É ao sabor do vento que tu levas a minha alma para bem longe. E é quando dizes que me amas e depois me deixas sozinha, que ela se perde... no Longe.
É como simples pedras da calçada.
Umas vezes beijas, outras vezes saltas.
É o que eu sinto, é o que eu vejo, é o que eu olho, é o que eu prendo.
prendo-me em ti.
Em ti cada vez mais.
Não entendo porque é que me tratas de maneiras tão paralelas, às vezes.
A tua arrogância.A maneira como o desprezo às vezes eu sinto... Toca-me.
Não me toco.
Toca-me.
Toca-me mais uma vez e outra, e outra.
O toque o aconchego.
O toque da amargura.
O toque que eu muitas vezes tento negar.
O toque de que eu muitas vezes tento fugir.
Fujo dele como quem foge de um perigo iminente.
Tu és o meu perigo iminente.
O meu medo que faz a minha alma saltar e ressaltar.
É isso.
Saltar e ressaltar.
Não entendo este meu medo que tenho por ti.
Medo VS Segurança.
Sentimentos tão opostos, Mas tão juntos.
Tão pretos, Mas tão brancos.
Tão roxos de morte, Ou tão cor-de-rosa de vida.
Não entendo.
Não entendo.
Não percebo.
Problema meu.
Problema teu.
Problema de todo o Mundo.
palavras sem sentido lançadas...
Lançadas para um Mar.
Para um Mar sem fim, Sem fundo, Sem limite, Sem horizonte.
Oh, Doce Mar Salgado.
Um Mar de poemas.
Um Mar de poetas.
Um mar de palavras.
Um Mar...
Um Mar, um grande Mar.
Fujo dele. Corro.
Fujo dele. Corro de ti.
Fujo para me salvar.
Para não me afogar.
Mas sim, fujo dele.
E voltarei a fugir as vezes que forem precisas, as vezes que forem necessárias para me sentir segura para o enfrentar... Porei de parte todo aquilo que sinto, tudo aquilo que olho, tudo aquilo que vejo, tudo aquilo que eu prendo...
E aí...
Mergulharei nele...
Mergulharei nele...

terça-feira, 1 de abril de 2008

. Doce-te

Mais do que um toque, Mais do que um beijo, Mais do que um abraço, Mais do que um qualquer contacto físico ... O que eu gosto mais em ti é o Amor.
O Amor que sinto quando me sorris, Quando me olhas, Quando te sinto perto de mim mesmo estando tu longe.
O Amor de conto de fadas.
As borboletas dos contos de fadas cheias de cor e de vida... Mas no meu estômago. Voam sempre com mais intensidade para chegarem, não sei bem onde, quando te vejo.
E quando sinto que tu sentes o que eu sinto... elas voam, voam, voam ...
Voam tanto, voam com tanta intensidade que me deixam quase tonta.
Tonta de Amor.
Um Amor especial, merecedor de tal palavra grandiosa de sentimento.
Um Amor muito descomprometido, mas que prende... Prende o coração. O Meu ao Teu.
Um Amor que torna tudo tão mais colorido, mais leve.
Sabes o que eu sinto?
Sinto que nada pode travar este sentimento.
Sinto que cada vez está mais forte de uma maneira só nossa.
Porque o Amor pode ser sentido sem a necessidade de ser gasto.
É como preservá-lo e ao mesmo tempo aumentá-lo.
Preservá-lo muito. Aumentá-lo muito.
E depois?
Depois Amar-te MUITO mais.