Lembraste daquela vez em que fomos apanhados pela I? Estávamos no teu carro, a beijarmo-nos como se o amanhã não existisse para nós. A I riu-se, parece que parecia óbvio que nós ficámos logo loucos um pelo outro. Lembraste desse verão? Quando íamos à shisha e tu ficavas o tempo todo a abraçar-me, a abraçar-me como se tivesses medo de me largar, eu podia fugir. Eu sabia que eu te deixava louco, e adorava a tua loucura por mim. Íamos a todo o lado, passear, beijar, amar, sentir tudo o que havia para sentir. O meu coração descobriu em ti um coração que nunca tinha imaginado vir a descobrir. O mundo rodava no sentido oposto ao nosso, não havia apoio, não havia amigos que concordassem com o que nós estávamos a começar a viver. Tinha-te eu a ti, tu a mim. E éramos felizes. Bastava-nos os beijos loucos, os abraços apertados. Bastava-nos a presença.
Hoje, passados anos, as mudanças são bem visíveis. A mudança mais importante foi a tua mudança de mentalidade. A outra arrastava-te para um mundo paralelo do meu, um mundo sem sonhos, sem objectivos, sem crenças. Um mundo incompatível com o meu. Esforcei-me para te fazer ver coisas que, se tu não visses, nos tornariam incompatíveis também. E eu queria ficar contigo. Eu quero ficar contigo. Foram muitas críticas, muitas discussões, muita guerra para tão pouca paz que nós começamos a ter. Ultrapassámos. Mudaste a tua mentalidade e, consequentemente, entraste para o mundo das conquistas e o mundo ‘desejante’ que te pede sempre por mais, em que tu pedes sempre por mais. Mas foi muita guerra, foram muitas granadas, muitos tiros entre os nossos corações... Directamente para o nosso amor. Claro que deixou feridas, claro que essas feridas não estão ainda saradas, claro que tudo o que acontece tem influência em tudo o que vai acontecer. As nossas discussões levaram-nos ao hoje. À minha insegurança, aos meus medos, à tua falta de paciência, a tu achares que tudo é crítica. Mas é normal.
No outro dia, no carro, eu disse-te “quando tu fazes uma ferida, tens de tapá-la com miminhos, com amor, com abraços e carinho”. Digo o mesmo relativamente ao nosso amor. Ele precisa de carinho, está doente. A guerra deixou-o doente. Precisamos de ser médicos do nosso amor, como dois médicos que amam o seu paciente, que neste caso, é o nosso amor.
Não é um amor bem cheiroso, não é um amor lindo de morrer, não é amor que veio a crescer exponencialmente ao longo do tempo. É um amor já pisado, dorido e com muitos altos e com muitos baixos. Mas é amor. É o nosso amor. E temos que cuidar dele. Temos que tratá-lo.
Gosto muito de ti M… Gosto muito de ti, por tudo o que já fomos, por tudo o que tu já mudaste, por tudo o que eu já mudei porque tu me fizeste mudar. Gosto muito de ti com um amor muito grande que serve de apoio para tudo o que de mau já enfrentámos, com um amor muito muito grande que serve de apoio para tudo o que há-de vir.
Amo-te M, amo-te muito @
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Marula Fruit Cream
O brilho do céu criado pela incandescência das estrelas iluminava o escuro sombrio e tornava a noite ainda mais quente.
E quanto mais a noite avançava, mais as estrelas cintilavam e mais aqueciam a noite já quente. Não era problema, esse fervor, tempestuosamente envolvia-os num calor em que nada mais fazia falta senão o cobertor da pele, sem cobertor... Só pele, mas eles ainda não sabiam. Uma garrafa já tinha desaparecido e outra estava por desaparecer, pairava no ar o cheiro a doce, e quando falavam sentiam, um no outro, o bafo da razão que denuncia os risos sem jeito. Surgiram os toques, surgiram os movimentos numa cama de rede em que os deixava aconchegados, aconchegados de mais para uma noite quente com bafo de Amarula. O suor, com os toques de brincadeiras e os movimentos de quem finge não provocar, fizeram a noite subir de nível. O desejo sem controlo começou. As brincadeiras tornaram-se mais próximas, o bafo cada vez se sentia mais e mais. Pararam. Frente a frente. Olhos nos olhos. Até que aconteceu o lábios com lábios. O toque, o raspar, o doce sabor. Aquela sensação que começa no toque de lábios e vai descendo... descendo. Afastaram-se, não o suficiente. Molharam os lábios e depois? Depois trocaram salivas, entrelaçaram línguas. Um beijo que durou, um beijo que embebedaria só de provar. O beijo que levou a outros mais beijos, que levou a mãos a deslizarem… Ora suavemente, ora com o desejo de quem não ia aguentar nem mais um segundo naquele jogo de provocação, naquele jogo de sedução. As roupas caíram na relva, quente como ar. Os corpos tocaram-se, nus. Arrepio, não de frio, de excitação. Quente de mais para o calor que estava naquela cama de rede! Quente de mais para o calor que o clímax traz. Quente de mais para a intensidade dos movimentos que se seguiam. E o barulho dos cães a ladrar, de fundo, abafava os gemidos, abafava o bafo a prazer. Prazer. Toma para ele, toma para ela. Quente. Bafo. Suor, muito suor. Cães e gemidos, dela e dele. Roupa com e roupa sem. Na cama de rede e depois na relva. Juntaram os copos. Brindaram e sorriram. Os dois. Os dois depois do prazer, numa noite que ao inicio se parecia algo sombria e escura. Mas quente, muito quente.
E quanto mais a noite avançava, mais as estrelas cintilavam e mais aqueciam a noite já quente. Não era problema, esse fervor, tempestuosamente envolvia-os num calor em que nada mais fazia falta senão o cobertor da pele, sem cobertor... Só pele, mas eles ainda não sabiam. Uma garrafa já tinha desaparecido e outra estava por desaparecer, pairava no ar o cheiro a doce, e quando falavam sentiam, um no outro, o bafo da razão que denuncia os risos sem jeito. Surgiram os toques, surgiram os movimentos numa cama de rede em que os deixava aconchegados, aconchegados de mais para uma noite quente com bafo de Amarula. O suor, com os toques de brincadeiras e os movimentos de quem finge não provocar, fizeram a noite subir de nível. O desejo sem controlo começou. As brincadeiras tornaram-se mais próximas, o bafo cada vez se sentia mais e mais. Pararam. Frente a frente. Olhos nos olhos. Até que aconteceu o lábios com lábios. O toque, o raspar, o doce sabor. Aquela sensação que começa no toque de lábios e vai descendo... descendo. Afastaram-se, não o suficiente. Molharam os lábios e depois? Depois trocaram salivas, entrelaçaram línguas. Um beijo que durou, um beijo que embebedaria só de provar. O beijo que levou a outros mais beijos, que levou a mãos a deslizarem… Ora suavemente, ora com o desejo de quem não ia aguentar nem mais um segundo naquele jogo de provocação, naquele jogo de sedução. As roupas caíram na relva, quente como ar. Os corpos tocaram-se, nus. Arrepio, não de frio, de excitação. Quente de mais para o calor que estava naquela cama de rede! Quente de mais para o calor que o clímax traz. Quente de mais para a intensidade dos movimentos que se seguiam. E o barulho dos cães a ladrar, de fundo, abafava os gemidos, abafava o bafo a prazer. Prazer. Toma para ele, toma para ela. Quente. Bafo. Suor, muito suor. Cães e gemidos, dela e dele. Roupa com e roupa sem. Na cama de rede e depois na relva. Juntaram os copos. Brindaram e sorriram. Os dois. Os dois depois do prazer, numa noite que ao inicio se parecia algo sombria e escura. Mas quente, muito quente.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
This is about inspiration, about a pencil and about a charming paper.
Vamos tentar outra vez. Vamos brincar outra vez a este lindo e maravilhoso jogo de construção de letras em que uma lapiseira e um coração palpitante são as minhas armas secretas.
Deixa-me seduzir-te com os meus pensamentos, dar-te um cheirinho do que quero fazer contigo, de tudo o que quero fazer contigo. Uma arte de aproximação.
Toco-te ao de leve, deixei-te saborear a leveza do carvão. Sabes de cor a cor dos meus olhos e o formato da minha cara, consegues ler em mim o que sinto mas agora, deixei-te sentir-te.
Este jogo da apanhada, este jogo das escondidas. Este jogo da falta de jogo para jogar com as palavras que o meu coração devora numa tentativa incessante de se compreender a ele próprio. Come as minhas palavras e rouba-me a sedução da escrita – desculpa a minha falta de prática.
Observo-te e intimidas-me, tenho receio que leves para longe as minhas palavras, pensamentos e sentimentos. Mas não te vou mostrar medos. Sou uma sedutora e o meu objectivo principal é que tu sejas eu, o reflictas o meu eu. O meu eu que, docemente, sem carregar nem fazer força, sem partir minas e sem te apagar, calmamente, vou preenchendo em ti.
E volto ao jogo, volto a campo e tu deixaste levar, sem dares conta.
Volto ao jogo, pé – ante – pé, a preencher-te das minhas baboseiras, tal como acabei de fazer agora… E tu nem notaste, é um jogo do deixar levar que se aprende de olhos fechados.
Vamos brincar? Vamos brincar ao “Deixar levar”?
Vamos tentar outra vez. Vamos brincar outra vez a este lindo e maravilhoso jogo de construção de letras em que uma lapiseira e um coração palpitante são as minhas armas secretas.
Deixa-me seduzir-te com os meus pensamentos, dar-te um cheirinho do que quero fazer contigo, de tudo o que quero fazer contigo. Uma arte de aproximação.
Toco-te ao de leve, deixei-te saborear a leveza do carvão. Sabes de cor a cor dos meus olhos e o formato da minha cara, consegues ler em mim o que sinto mas agora, deixei-te sentir-te.
Este jogo da apanhada, este jogo das escondidas. Este jogo da falta de jogo para jogar com as palavras que o meu coração devora numa tentativa incessante de se compreender a ele próprio. Come as minhas palavras e rouba-me a sedução da escrita – desculpa a minha falta de prática.
Observo-te e intimidas-me, tenho receio que leves para longe as minhas palavras, pensamentos e sentimentos. Mas não te vou mostrar medos. Sou uma sedutora e o meu objectivo principal é que tu sejas eu, o reflictas o meu eu. O meu eu que, docemente, sem carregar nem fazer força, sem partir minas e sem te apagar, calmamente, vou preenchendo em ti.
E volto ao jogo, volto a campo e tu deixaste levar, sem dares conta.
Volto ao jogo, pé – ante – pé, a preencher-te das minhas baboseiras, tal como acabei de fazer agora… E tu nem notaste, é um jogo do deixar levar que se aprende de olhos fechados.
Vamos brincar? Vamos brincar ao “Deixar levar”?
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(L),
Esta é mesmo minha,
fucking guy,
me love that fucking guy,
puro,
sem forçar,
t.u.,
Uh Uh,
Um Doce de Amor
segunda-feira, 29 de junho de 2009
light up
" Light up, light up, as if you have a choise, even if you cannot ear my voice, i'll be right beside you, dear. "
Vão-se construindo, com pequenos passinhos, um coração. Um coração, único, que já foram dois. Dois corações partidos, reconstruidos em conjunto. É assim que deve ser.
Com o tempo tudo ganha estrutura, tudo ganha sentido, cor. Vamos colorindo o coração.
"Se sou estrela, és de encantar. Se sou noite, és luz para ela. Se sou dia, és o luar."
Vão-se completando, atingindo equilibrios. Com o tempo ganha-se confiança, com o tempo começam-se a ler expressões, gestos, olhares. Abrem-se as cortinas da sinceridade e baixam-se as máscaras. Começamos a conhecer, ver quem eu sou, quem tu és.
"You hold me without touch."
Com o tempo deixam de haver pensamentos, dúvidas, incertezas, "gostas de mim?". Vão trabalhando em conjunto. Eu não te faço ter medo, não me faças ter medo. Medinhos. Tontos.
Com o tempo, começamo-nos a sentir em todo o lado, em todos os lugares. Estás cá dentro mesmo quando estás cá fora. Estás cá dentro sempre que não estás cá fora.
A imaginação é o ponto de encontro quando a distancia parece de quilometros, mas são de metros. Sinto o teu abraço mesmo quando não abraças.
"You're in the arms of the Angel; May you find some confort here"
E com o tempo, vamos descobrir que só nos teus e tu nos meus, braços, é que encontramos um porto seguro, um abrigo, um sítio só nosso. Enquanto tu me descobres e eu te descobro. Enquanto eu te moldo, e tu me moldas. Com o tempo. Tempo a tempo. A dançar ao ritmo dos segundos, minutos e das horas que passam quando estamos juntos. A dançar ao ritmo das discussões, dos abraços, dos beijinhos. A dançar ao ritmo de nós.
"If today was your last day, If tomorrow was too late. Could you say goodbye to yesterday? Would you live each moment like your last?"
E com o tempo, mais tu do que eu, vamos aprender a dar valor. A aproveitar cada segundinho precioso, porque pode ser descontado mais tarde. Com o tempo, vamos perceber que o que fomod contruindo agora, que a segurança que eu te dei, e que tu me deste, se vai reflectir num futuro. Num futuro que pode nem sequer nos pertencer a nós. Ao nosso coração. Mas eu não sei. Tu também não. Vamos viver então, esta paixão, como se fosse mesmo fogo. Fogo efémero que pode até ser eterno.
Aproveita-me e dá o teu melhor, que eu sei que és capaz de mais, muito muito mais.
Dorme bem <3 @
Vão-se construindo, com pequenos passinhos, um coração. Um coração, único, que já foram dois. Dois corações partidos, reconstruidos em conjunto. É assim que deve ser.
Com o tempo tudo ganha estrutura, tudo ganha sentido, cor. Vamos colorindo o coração.
"Se sou estrela, és de encantar. Se sou noite, és luz para ela. Se sou dia, és o luar."
Vão-se completando, atingindo equilibrios. Com o tempo ganha-se confiança, com o tempo começam-se a ler expressões, gestos, olhares. Abrem-se as cortinas da sinceridade e baixam-se as máscaras. Começamos a conhecer, ver quem eu sou, quem tu és.
"You hold me without touch."
Com o tempo deixam de haver pensamentos, dúvidas, incertezas, "gostas de mim?". Vão trabalhando em conjunto. Eu não te faço ter medo, não me faças ter medo. Medinhos. Tontos.
Com o tempo, começamo-nos a sentir em todo o lado, em todos os lugares. Estás cá dentro mesmo quando estás cá fora. Estás cá dentro sempre que não estás cá fora.
A imaginação é o ponto de encontro quando a distancia parece de quilometros, mas são de metros. Sinto o teu abraço mesmo quando não abraças.
"You're in the arms of the Angel; May you find some confort here"
E com o tempo, vamos descobrir que só nos teus e tu nos meus, braços, é que encontramos um porto seguro, um abrigo, um sítio só nosso. Enquanto tu me descobres e eu te descobro. Enquanto eu te moldo, e tu me moldas. Com o tempo. Tempo a tempo. A dançar ao ritmo dos segundos, minutos e das horas que passam quando estamos juntos. A dançar ao ritmo das discussões, dos abraços, dos beijinhos. A dançar ao ritmo de nós.
"If today was your last day, If tomorrow was too late. Could you say goodbye to yesterday? Would you live each moment like your last?"
E com o tempo, mais tu do que eu, vamos aprender a dar valor. A aproveitar cada segundinho precioso, porque pode ser descontado mais tarde. Com o tempo, vamos perceber que o que fomod contruindo agora, que a segurança que eu te dei, e que tu me deste, se vai reflectir num futuro. Num futuro que pode nem sequer nos pertencer a nós. Ao nosso coração. Mas eu não sei. Tu também não. Vamos viver então, esta paixão, como se fosse mesmo fogo. Fogo efémero que pode até ser eterno.
Aproveita-me e dá o teu melhor, que eu sei que és capaz de mais, muito muito mais.
Dorme bem <3 @
sábado, 16 de maio de 2009
wesdfgvbnmo5gnfgtrsdvfbgnhjmk
Gosto de ti.
Gosto de sentir que sou especial para ti.
Podemos juntar as duas coisas para eu ficar contente?
Gosto de sentir que sou especial para ti.
Podemos juntar as duas coisas para eu ficar contente?
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Atentados ao Coração,
t.u.,
WTF,
yaya
domingo, 10 de maio de 2009
M
Eu tenho o tempo
Tu tens o chão
Tens as palavras
Entre a luz
E a escuridão...
Eu tenho o medo
Tu tens a paz
Tens a loucura
Que a manhã
Ainda te traz...
Tu tens o chão
Tens as palavras
Entre a luz
E a escuridão...
Eu tenho a noite
E tu tens a dor
Tens o silêncio
Que por dentro
Sei de cor...
E eu e tu
Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam
As pontes entre nós...
Eu tenho o medo
Tu tens a paz
Tens a loucura
Que a manhã
Ainda te traz...
Eu tenho a terra
Tu tens as mãos
Tens o desejo
Que bata em nós
Um coração...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
midnight stories
Conta-me uma história. Uma doce e meiga história, de amor, talvez.
Conta-me uma história de encantar. Fairy Tales. Faz de mim a princesa do teu mundo e conta-me a história em que tu és o meu príncipe.
Com caminhos amarelos e árvores cor-de-rosa….
Conta-me uma história e faz-me dona do teu coração. Inventa um mundo meu e teu. Doce e meigo.
Acaba com o tempo, acaba com os minutos, acaba com as horas.
Dá-me a eternidade.
Conta-me uma história de mágicos, ou melhor, conta-me uma história mágica. Uma história encantada que encante, que soe a melodia.
Fecha-me os olhos e conta-me uma história que acabe bem.
Que comece bem, que se desenvolva bem e que acabe bem.
“Era uma vez… Sempre foram felizes e felizes ficaram para sempre.”
Torna-me tua. Torna-te meu.
Faz o que quiseres, a história é tua. A história é nossa.
Conta-me uma história de sonho, que me faça sonhar acordada.
Conta-me a história… e depois?
TORNA-A REAL. @
Conta-me uma história de encantar. Fairy Tales. Faz de mim a princesa do teu mundo e conta-me a história em que tu és o meu príncipe.
Com caminhos amarelos e árvores cor-de-rosa….
Conta-me uma história e faz-me dona do teu coração. Inventa um mundo meu e teu. Doce e meigo.
Acaba com o tempo, acaba com os minutos, acaba com as horas.
Dá-me a eternidade.
Conta-me uma história de mágicos, ou melhor, conta-me uma história mágica. Uma história encantada que encante, que soe a melodia.
Fecha-me os olhos e conta-me uma história que acabe bem.
Que comece bem, que se desenvolva bem e que acabe bem.
“Era uma vez… Sempre foram felizes e felizes ficaram para sempre.”
Torna-me tua. Torna-te meu.
Faz o que quiseres, a história é tua. A história é nossa.
Conta-me uma história de sonho, que me faça sonhar acordada.
Conta-me a história… e depois?
TORNA-A REAL. @
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falta-me o AR,
t.u.,
Um Doce de Amor
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Deolinda- Fado Toninho
" Dizem que é mau, que faz e acontece,
arma confusão e o diabo a sete.
Agarrem-me que eu vou-me a ele, nem sei o que lhe faço...
desgrenho os cabelos esborrato os lábios.
Se não me seguram dou-lhe forte e feio:
beijinhos na boca, arrepios no peito.
E pagas as favas eu digo: - "enfim, ó meu rapazinho és fraco pra mim!"
De peito feito ele ginga o passo,
arregaça as mangas e escarra pró lado.
Anda lá, ó meu cobardolas vem cá mano a mano.
Eu faço e aconteço eu posso, eu mando.
Se não me seguram dou-lhe forte e feio:
Beijinhos na boca, arrepios no peito.
E pagas as favas eu digo:"-enfim,ó meu rapazinho sou tão má pra ti!"
Ó meu rapazinho, ai eu digo assim:
"- Se não me seguram dou cabo de ti!" "
arma confusão e o diabo a sete.
Agarrem-me que eu vou-me a ele, nem sei o que lhe faço...
desgrenho os cabelos esborrato os lábios.
Se não me seguram dou-lhe forte e feio:
beijinhos na boca, arrepios no peito.
E pagas as favas eu digo: - "enfim, ó meu rapazinho és fraco pra mim!"
De peito feito ele ginga o passo,
arregaça as mangas e escarra pró lado.
Anda lá, ó meu cobardolas vem cá mano a mano.
Eu faço e aconteço eu posso, eu mando.
Se não me seguram dou-lhe forte e feio:
Beijinhos na boca, arrepios no peito.
E pagas as favas eu digo:"-enfim,ó meu rapazinho sou tão má pra ti!"
Ó meu rapazinho, ai eu digo assim:
"- Se não me seguram dou cabo de ti!" "
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