sexta-feira, 22 de agosto de 2008

I have NO name

Tenho sono.
Estou cansada e sinto-me um barril. Comi uma pizza média de barbecue sozinha. São 17.43 e, a esta hora eu já devia ter feito a digestão.

Apetece-me silêncio, mas tenho a música aos altos berros. Não percebo estas tendências paradoxais do ser humano.
Apetecia-me mesmo estar sozinha mas, por outro lado a única coisa que quero fazer é divertir-me.
Não entendo, não da para entender.
Podia tentar ser mais prática e deixar-me de mariquices. Podia deixar de tentar compreender, podia até deixar de escrever.
Mas insisto. Insisto porque gosto imenso de mim e preciso de saber tudo o que passa na minha cabeça.




O tempo não passa. O relógio não anda. Estagnei num campo desconhecido e só me apetece encontrar a saída… Encontrá-la para depois puder lá voltar. Fazer desse campo o meu refúgio sentimental. Os três metros não me chegam… E sim, talvez precise de assentar os pés na Terra e observar o Mundo à minha volta.